QUEM SOMOS
Quem Somos
Palavra do Presidente

Em agosto de 2016 a nova diretoria assumiu a gestão da ABPM e destacou quatro desafios como os principais para o biênio que se encerrará em no segundo semestre de 2018: aprimorar o relacionamento com os associados; ampliar o número de empresas certificadas pelo Qualitrat (programa de autorregulamentação do setor); aumentar o quadro associativo e realizar o IX Encontro Brasileiro de Preservação de Madeiras em 2018. E com muito trabalho e dedicação, esses desafios foram ou estão sendo superados.

Visando uma maior aproximação com os associados de forma a motivá-los a nos apresentarem suas experiências e realidades locais A ABPM, que já contava com a Diretoria Adjunta de Normatização e Comissão de Assuntos Regulatórios, criou mais duas diretorias – Relações de Mercado e Regional Sul – e as comissões de Wood Frame e Certificação Qualitrat, o que além de melhorar o relacionamento com as empresas associadas trouxe novas afiliações, e também incentivou a adesão ao Qualitrat, tanto na categoria adesão quanto pleno. E tivemos a primeira edição do WoodProtection (parte da 2ª Lignum Brasil), um evento bianual em substituição aos Encontros da ABPM, que aconteceu em setembro/17 reunindo mais de 150 profissionais da cadeia produtiva da madeira tratada. Além disso, nossa programação prevê a realização de pequenos eventos regionais sempre junto a nossos associados e parceiros.

O Brasil é um país de vocação florestal, um dos maiores produtores mundiais de florestas plantadas (sete milhões de hectares em 2016, em sua maioria pinus e eucalipto), mas existe a necessidade de algumas transformações, inclusive culturais. Estamos acostumados a mourão de cerca, que tem baixo valor agregado, mas se a madeira tratada oferece segurança, resistência e durabilidade, é mais leve que outros materiais construtivos, de fácil manuseio, bonita, tem norma publicada pela ABNT (NBR 16.143), por que sua utilização na construção civil ainda é tão incipiente no país? É para mudar essa realidade que a ABPM trabalha com afinco. Mas será que todos os envolvidos com produção de madeira tratada estão fazendo sua parte na divulgação dos benefícios desse material de engenharia, incluindo o fator “sustentabilidade”, com o qual o planeta está preocupado?

Outro ponto que gostaria de destacar é o trabalho desenvolvido pela ABPM junto aos órgãos normativos e reguladores, principalmente em relação ao IBAMA,  já que existe a possibilidade de uma aproximação maior com a instituição para levar até ela as demandas do setor.

Trabalhamos muito e conseguimos bons resultados. Mas sabemos que ainda há muito por fazer. E somente com a participação de empresas químicas, UPM’s, universidades, entidades de pesquisa, arquitetos e engenheiros podemos fortalecer o nosso setor e colocar a madeira tratada no lugar em que ela merece estar. Contamos com vocês, pois unidos vamos mais longe!